sexta-feira, 23 de novembro de 2012

MAPA CIRCULAR : Professorar online - condições e competências para aprender e ensinar em ambientes virtuais.




 REFERÊNCIAS

MAURI, Teresa; ONRUNBIA, J.O professor em ambientes virtuais: perfil, condições e competências. In: COLL, Cesar; MONEREO, Carles e colaboradores.Psicologia da educação virtual: aprender e ensinar com as tecnologias da informação e comunicação. Porto Alegre: Artmed, 2010, p. 118-135.

MONEREO, Carles; POZO, Juan J. O aluno em ambientes virtuais: condições, perfil e competências. In: COLL, Cesar; MONEREO, Carles e colaboradores. Psicologia da educação virtual: aprender e ensinar com as tecnologias da informação e comunicação. Porto Alegre: Artmed, 2010, p. 97-117

SILVA, Marco. Criar e professorar um curso online: relato de experiência. In: SILVA, Marco (org). Educação online: teorias, práticas, legislação, formação corporativa. 2.ed. São Paulo: Loyola, 2006, p. 53-75.

 

segunda-feira, 7 de maio de 2012

ATIVIDADE DOCENTE E O ENSINO SUPERIOR NA CONTEMPORANEIDADE: COMPLEXIDADE E RECONTEXTUALIZAÇÃO DA IDENTIDADE PROFISSIONAL


ATIVIDADE DOCENTE E O ENSINO SUPERIOR NA CONTEMPORANEIDADE: COMPLEXIDADE E RECONTEXTUALIZAÇÃO DO CONHECIMENTO E DA IDENTIDADE PROFISSIONAL.
Arlete Rodrigues dos Santos

         Historicamente a Universidade, é reconhecida como lócus privilegiado do saber. Ser professor no ensino superior hoje envolve o desempenho de papéis, responsabilidades e cobranças que vão muito além do papel tradicional, outrora representado na sociedade, e bem distante do ensinado na academia em sua formação inicial. O docente na atualidade precisa se adequar às características de uma sociedade da informação, democrática, e incorporar novos conhecimentos às suas ações, e  portanto atualmente, o ensino superior tem sido alvo de redefinições, está em transformação.
Segundo Nóvoa (1999), discutir a atividade docente hoje, implica em refletir sobre a necessidade de articulação entre teoria e prática; e para compreender a trajetória profissional vivenciada no contexto da sala de aula, é preciso conhecer o novo perfil no exercício da atividade docente nesse contexto, para então apreender a complexidade de relações vividas nesse cotidiano.
            Os desafios pelos quais a universidade passa hoje, não são novos, e se referem aos seus preceitos baseados na hegemonia, legitimidade e institucionalidade, que a deixavam, como instituição, a margem da sociedade, impedindo-a de integrar, novos princípios e transformações e progressos da sociedade. Porém, o que se observa hoje, é novo movimento: rompimento de barreiras institucionais, incorporação,  da racionalização da especialização cientifica, que impulsionada pelo movimento de profissionalização do magistério, fomenta o processo de reconceitualização da atividade docente.
           Nesta perspectiva, a atenção à docência universitária no limiar do século XXI exige, entre outros aspectos, a compreensão da reconceitualização da docência inserida num processo de redefinição identitária de universidade, para uma nova forma de produzir conhecimento, que aponta para uma necessária consideração da complexidade das questões pedagógicas e didáticas, dando uma nova configuração à relação professor aluno.
              Por outro lado, com o desenvolvimento das ciências, e sua consequente necessidade de especialização, que fragmenta os saberes, delimitando-os profissionalmente em sua formação especifica,encarcera o professor,  pelo conteúdo especifico a ser transmitido, não oportunizando a este as condições favoráveis para a formação humana de seus alunos, característica essencial hoje,para  se fazer ciência. 
              Para Ramos (2010), a reconceitualização da docência universitária, passa também pelo reconhecimento da necessidade e uma formação especifica para este exercício, pois essa atividade é complexa, e não se reduz a questões didáticas pedagógicas, mas uma indissolúvel relação entre ensino e pesquisa.
              As instituições de ensino superior são instituições educativas, ou seja, responsáveis pela formação de seus membros como cidadãos (seres humanos e sociais) e profissionais competentes, responsáveis, e comprometidos, e para tanto o desenvolvimento dos estudantes nas diferentes áreas do conhecimento, e nos aspectos afetivo emocionais.Contudo,além das habilidades profissionais, a universidade, é marcada pela prática pedagógica intencional – tem planejamento e  objetivos próprios.
               A profissionalidade requerida no movimento de reconceitualização da docência universitária necessita, segundo Ramos (2009,p.51),  pode ser compreendida no quadro do movimento de superação da visão de que “quem sabe, automaticamente sabe ensinar”ou de “só quem pesquisa, pode ensinar”, referindo-se a uma profissionalidade docente equilibrada, que supere a profissionalidade restrita, num transitar para o reconhecimento  e desencadeamento de um diálogo entre profissionalidade empírica e cientifica, ou seja, pensar em um novo estilo,uma nova identidade profissional.                    
             Toda e qualquer expectativa de mudança nesse quadro, portanto, só podem ser projetadas sobre o modo de ser e estar na profissão, já que esta não se descola das múltiplas experiências vividas pela pessoa do professor dentro de um processo sócio-histórico determinado (FARIAS 2009).
              As múltiplas experiências do professor-pessoal social e profissional, compõe os significados, que funcionam como um referencial, para atribuir sentido, e organizar sua atividade. Esse repertório de saberes, e experiências, orienta-o na tomada de decisões e  na interpretação do mundo e de como este vive sua profissionalidade.
              Nesse sentido Nóvoa, em sua obra “Vida de professores, editada em 2007, remete-nos a pensar que a questão da profissionalidade, não pode ser compreendida sem os aspectos do sujeito, ou seja, da pessoa do professor, aspectos que ficam  evidenciados, nas relações interpessoais vividas no contexto universitário, e que influenciam , os fazeres e os saberes profissionais.
              Outros aspectos, como a familia,segundo Farias (2009), exercem maior influência sobre a organização da identidade pessoal é  a família, que por seu caráter socializador e  estruturador, se constitui em um elemento de grande importância na compreensão do universo cultural, no qual o professor molda seus valores e concepções, tanto pessoais como profissionais, e que juntamente com o contexto sócio- político,e econômico, participam fortemente, da constituição dos sentidos e significados atribuídos a atividade profissional , ou seja na atividade docente.
                Outro elemento chave é a formação, e que para Farias representa  (2009, p.66), “um dos contextos de socialização que possibilita ao professor reconhece-se como profissional, construindo-se a partir de suas relações com os saberes e com exercício da docência”. Dessa forma, para o autor, as formações têm um caráter dinâmico e processual, demandando ações complexas e não lineares.
                Nesse sentido, para Farias, et al (2009),isso implica em reconhecer que o professor é um ser em permanente constituição,produzido pelas condições sociais concretas do lugar e do seu tempo, e em constante aprendizado, e em continua renovação de valores e saberes que orientam a atividade docente,inclusive no contexto de trabalho, com seus pares.
               Para o autor, é no trabalho, e pelo trabalho que o professor se define como profissional. Dessa forma, a multidensionalidade do processo educacional requer dos docentes decisões complexas e diversificadas, de natureza pedagógica e política, que, em grande parte, extrapolam o espaço escolar. Tais decisões tomam como referência, o conjunto de valores, crenças, hábitos, e normas que determinam o que este grupo social considera importante, assim como os modos de pensar, sentir, atuar, e de se relacionar, assumindo os valores da cultura docente e escolar (FARIAS 2009).
                Com o surgimento de novos espaços educacionais, graças ao avanço tecnológico, a produção de conhecimento e o acesso a ele, têm sido cada vez mais presentes também na universidade, e que acabam por constituir-se em mais um dos desafios para a educação nessa modalidade de ensino, afetando-o diretamente, pois exige formação continuada dos profissionais, e a aquisição de novos saberes, e sua respectiva utilização de forma contextualizada, e inovadora no ambiente de ensino (MASETTO, 2008).
                Portanto, para a autora, não basta ao professor o domínio da sua área de conhecimento e da área pedagógica, mas uma constante atualização dos seus conhecimentos, flexibilização dos currículos (anteriormente fechados), propiciando a revitalização do uso do tempo na academia e práticas profissionais, e a  produção de conhecimentos científicos novos, trazendo-as para o seio da sala de aula, e para o processo de ensino aprendizagem.
               Outro aspecto fundamental é a dimensão política, e o enfrentamento dos problemas vividos pela sociedade, da qual professor e aluno fazem parte, e como tal, precisam engajar-se na busca de respostas e proposições que visem solucionar as questões que permeiam o cotidiano e as relações sociais, buscando formas de inserir a discussão sobre esses problemas nas aulas, assim como, o fomento do debate, e da conciliação da ética e da política, no exercício profissional docente.
                Dessa forma, a transformação da prática docente no contexto universitário só se efetiva na medida em que o professor amplia sua consciência sobre a própria prática, dentro da universidade e fora dela, isto é, pressupõe conhecimento teórico críticos sobre a realidade. Neste sentido, para Pimenta (2009), a diferenciação entre profissionalidade e empregabilidade permite maior clareza no processo de construção dos professores como profissionais, isto é, não basta apenas executar uma determinada tarefa, dentro de um modelo, como se caracteriza a empregabilidade, mas ter capacidade de conceber novas alternativas diante dos problemas com competência e autonomia.
               À guisa de conclusão, finalizamos essa reflexão corroborando  com Pimenta (2009, p.50), no que se refere a identidade profissional do professor universitário: “A profissão está situada em um dado contexto histórico,e responde as necessidades colocadas por ela,  é do confronto com as teorias e práticas, das significações sociais da profissão, que a identidade docente se constrói”, isto é ,o  significado que cada professor, enquanto ator e autor conferem à atividade docente tem origem a  partir de seus valores, de seu modo de situar-se no mundo, enfim de sua  história de vida, saberes, e anseios. E portanto o avançar no processo de desenvolvimento profissional, através da preparação pedagógica não se dará em separado de processos de desenvolvimento pessoal e institucional.

REFERÊNCIAS

FARIAS, I. M. et alDidática e docência: aprendendo a profissão. Brasília: Liber, 2009.
MASETTO, M. T. Professor universitário: um profissional da educação na atividade docente In: MASETTO, M.T. (org). Docência na universidade. Capinas: Papirus,1998.
PIMENTA, S.G. A profissão professor universitário: processo de construção da identidade. In: CUNHA, M. I. Docência universitária: profissionalização e práticas educativas. Feira de Santana: UEFS Editora, 2009.
RAMOS, K. M. Reconfigurar a profissionalidade docente universitária: um olhar sobre ações de atualização pedagógico-didática. Porto: Universidade do Porto, 2010.

HISTÓRIA DE VIDA: MINHA INCLUSÃO DIGITAL

No começo o medo, a dúvida , a incerteza...modismo?
Depois o desejo, o desafio, a vontade, a ajuda buscada...o interesse ...
o vislumbar das oportunidades de trabalho, de organização do tempo, do fomento da criatividade...
Quanta dificuldades...mas estas como amigas,  potencializadoras do desenvolvimento,e  de estratégias
inovadoras na busca de superá-las...  ensinaram que aprender é sempre possivel, que existem muitos caminhos,que ninguém sabe tudo, é preciso estar aberto, atento, e disposto a começar cada dia um novo tempo - onde o novo é todo dia, no pais sem fonteiras: digital.



sábado, 28 de abril de 2012

Fundamentos da Educação Inclusiva: história, políticas e o atendimento ao aluno com deficiência no contexto da Educação Brasileira atual , e a docência nesse contexto.


PLANO DE CURSO
Professor: Arlete Rodrigues dos Santos –arspsi@ig.com.br
DISCIPLINA:

Fundamentos da Educação Inclusiva: história, políticas e  o atendimento ao aluno com deficiência no contexto da Educação Brasileira atual , e a docência nesse contexto.
EMENTA:
Fundamentos e políticas inclusivas na realidade brasileira. Políticas públicas para Educação Inclusiva – Legislação Brasileira: o contexto atual. Trajetória da Educação Especial à Educação Inclusiva: modelos de atendimento, paradigmas: educação especializada / integração / inclusão. Panorama geral do atendimento ao aluno com necessidades educativas especiais. O atendimento educacional Especializado. Acessibilidade à escola e ao currículo. Exercício na docência no contexto da educação inclusiva- estratégias de ensino e aprendizagem.




OBJETIVOS


Apresentar e discutir a legislação no que se refere à Educação Especial no Brasil; a Trajetória da Educação Especial à Educação Inclusiva.

Mapear as deficiências no contexto da escola regular e o atendimento educacional especializado no âmbito da educação inclusiva.

Conhecer os modelos de atendimento: paradigmas: educação especializada / integração / inclusão, oferecendo um panorama geral do atendimento ao aluno com necessidades educativas especiais, no atendimento educacional especializado.

Discutir os conceitos de acessibilidade, adaptação, terminalidade especifica, currículo e avaliação no contexto educacional inclusivo, tendo por premissa a importância da educação inclusiva para todos os alunos, e não apenas das pessoas com deficiência.

Refletir sobre o exercício na docência no contexto da educação inclusiva- estratégias de ensino e aprendizagem. A formação do inicial do professor,  e a necessidade da formação continuada.

Explorar os recursos disponíveis para prática da educação inclusiva, e o uso de metodologias inovadoras para o ensino, e suas possibilidades na construção do conhecimento dos alunos com e sem deficiência.

Desenvolver circuitos de reflexão sobre os conhecimentos adquiridos no curso, propiciando a articulação teoria e prática, isto é, a operacionalização e iniciativas que colaborem com os desafios da educação inclusiva.







CONTEÚDO PROGRAMÁTICO





02/04  Apresentação da disciplina, objetivos ,metodologia , critérios de avaliação
09/04  Aspectos legais da educação na perspectiva da educação inclusiva;O papel do professor nesse contexto. Texto: _________________________
16/04   Educação Especial – segregação,integração, inclusão.
Texto: _________________________
23/04   O aluno com deficiência e o atendimento educacional especializado.
Texto: _________________________
30/04   Os conceitos de acessibilidade, adaptação, terminalidade especifica, currículo e avaliação no contexto educacional inclusivo.Texto: _________________________
07/05  O exercício na docência no contexto da educação inclusiva- estratégias de ensino e aprendizagem. A formação do inicial do professor,  e a necessidade da formação continuada.Texto: _________________________
14/05    Exercício Avaliativo
21/05    Seminários: os recursos disponíveis para prática da educação inclusiva, e o uso de metodologias inovadoras para o ensino, e suas possibilidades na construção do conhecimento dos alunos com e sem deficiência.Texto: _________________________
28/05    Seminários: os recursos disponíveis para prática da educação inclusiva, e o uso de metodologias inovadoras para o ensino, e suas possibilidades na construção do conhecimento dos alunos com e sem deficiência.Texto: _________________________
04/06    Circuitos de reflexão sobre os conhecimentos adquiridos no curso, propiciando a articulação teoria e prática, isto é, a operacionalização e iniciativas que colaborem com os desafios da educação inclusiva. Texto: _________________________
11/06    Circuitos de reflexão sobre os conhecimentos adquiridos no curso, propiciando a articulação teoria e prática, isto é, a operacionalização e iniciativas que colaborem com os desafios da educação inclusiva.
18/06    Avaliação discente e docente  - Avaliação da disciplina  e Orientações para entrega dos trabalhos de conclusão da disciplina.


METODOLOGIA

Aulas expositivas dialogadas; Apresentação de vídeos;Seminários de pesquisa;Estudo de caso e circuito de reflexão.

           AVALIAÇÃO
A avaliação será processual e pontual, nas quais serão observadas  a participação do aluno, a sistematização dos conceitos estudados, a elaboração das tarefas e atividades  propostas, e apresentação nos seminários.


BIBLIOGRAFIA:

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil 1988. Brasília: Senado Federal, Subsecretaria de Edições Técnicas, 2005.
________Declaração mundial sobre educação para todos. Plano de ação para satisfazer as necessidades básicas de aprendizagem. UNESCO, Jontien/Tailândia,1990.
______. Declaração de Salamanca e linha de ação sobre necessidades educativas especiais. Brasília: UNESCO, 1994.
______. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº 9394 de 20 de Dezembro de 1996. Brasília.
______. Referenciais para formação de professores. Brasília: Ministério da Educação. 1999.
______. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Brasília. Ministério da Educação/Secretaria de Educação Especial, 2001.
______. Estatuto da Criança e do Adolescente. Lei nº 8069, de 13 de Julho de 1990. Maceió: Secretaria Municipal de Educação, 2002.
 ______.Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Avaliação para identificação das necessidades educacionais especiais. Brasília: MEC/SEESP, 2005.
______. Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília: Ministério da Educação/Secretaria de Educação Especial, 2008.
______.MEC.CNE.2006.Resolução CNE/CPnº1, de 15 de maio de 2006, que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia. Brasilia: CNE/CP,2006
BUENO, J. G. S. Alunos e alunos especiais como objeto de investigação: das condições sociais as condições sociais adversas. In: Freitas, Marcos Cezar de.(org). desigualdade social e diversidade cultural na infância e na juventude. São Paulo: Cortez,2006
________.Deficiência e escolarização: novas perspectivas de análise. Brasília: Junqueira & Marin,2008.
CARVALHO, R. E. Removendo barreiras da aprendizagem: educação inclusiva. Porto Alegre; Mediação, 2000.
DENARI,F.Um novo olhar sobre a formação do professor de educação especial :da segregação a inclusão.in:Rodrigues ,D.(org.). Inclusão e educação :doze olhares sobre a educação inclusiva. São Paulo :Summus,2006
DIAS, M. C. Atendimento educacional especializado complementar e  deficiência intelectual: considerações sobre a efetivação do direito  à educação/ Dissertação de Mestrado de Marília Costa Dias; com orientação de Rosângela Gavioli Prieto.   São Paulo: s.n., 2010. Programa de Pós-graduação em Educação da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo.
       DIÓGENES E. M. N. Avaliação de políticas públicas:interface entre educação e gestão escolar/org. Edna Cristina do Prado e Elione Maria Nogueira Diógenes[et al]Maceió: Edufal, 2011.
FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.
FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática
FUMES [et al] A inclusão do aluno com deficiência mental na educação fundamental /Neiza de Lourdes Frederico Fumes (org.) Maceió:Edufal,2010
GARCIA M. C. G. Política Nacional de Educação Especial nos anos 2000:a formação de professores e a hegemonia do modelo especializado. In professores e educação especial formação em foco Org .Kátia Maria Moreno Caiado,Denise Meyrelles de Jesus e Claudio Roberto Baptista . Porto Alegre:Mediação CDV/Facitec,2011
GLAT, R. A integração social dos portadores de deficiência: uma reflexão.2ª. ed. Rio de Janeiro, Sete Letras, 1998. 
_______.Implicações aspectos psicossociais da deficiência e sua implicação nos processos de aprendizagem e construção do conhecimento em alunos com deficiência intelectual. In Anais do IV CBEE  Congresso brasileiro de Educação Especial, São Carlos, 2010.
GÓES, M C. R; LAPLANE, A. L. F. Políticas e práticas de educação inclusiva. São Paulo: Autores Associados, 2004.
GOFFMAN E. Estigma: notas sobre a manipulação da identidade deteriorada. 4a ed. Rio de Janeiro, Guanabara, 1988.  
GONZALEZ R, F. O social na Psicologia e a Psicologia Social – a emergência do sujeito. São Paulo: Vozes, 2004.
LEITE Y. U. F.O Curso de Pedagogia formam professores dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental ? In  Convergências e Tensões na Formação do Trabalho Docente/ Anais Do XV Endipe Org. Ângela Imaculada Loureiro de Freitas Dalben [et al] Autentica:   Belo Horizonte,2010 Disponível em www.fae.ufmg.br/endipe/livros/livros_4pdf
LAPLANE, A. L. F. GÓES, M. C. R. Políticas e praticas de educação inclusiva. 2.ed. Campinas: Autores Associados,2007
KOSIK,K. A dialética do concreto. 7ª ed.Editora Paz e Terra,2002.
LUDKE, M. & ANDRÉ, M. E. D. A. Pesquisa em Educação: Abordagens Qualitativas. São Paulo: EPU, 1986.
MANTOAN, M. T. E. Desenvolvimento da inteligência e deficiência mental – Palestra proferida no II Congresso Brasileiro sobre Síndrome de Down – 2006.
MANTOAN, M. T. E. Educação Para Todos: Desafios, Ações, Perspectivas da Inclusão nas Escolas Brasileiras. Disponível em http://www.moderna.com.br. Acesso em 12 de dezembro de 2010.
PALACIOS 
MONTEIRO, A. M. F. da C. Professores: Entre Saberes e Práticas. Educação e Sociedade. Campinas, Ano XXII, nº.74, p.121-142, Abril/2001.
MATISKEI A. C. R. M. Políticas Públicas de Inclusão educacional: desafios e perspectivas IN.EDUCAR EM REVISTA CURITIBA , PR : UFPR, N 23, 2004
MAZZOTTA, M. J. Educação Especial no Brasil: Histórias e políticas públicas. 5 ed. São Paulo: Cortez, 2005.
______Trabalho docente e formação de professores de educação especial. São Paulo: EPU, 1993.
MENDES E.G. A Formação do Professor e a Política Nacional de Educação Especial. In Professores E Educação Especial: Formação Em Foco/Org. Kátia Regina Caiado ,Denise Meyreles De Jesus E Claudio Roberto Baptista – Porto Alegre:Mediação /CDV/Facitec,2011
MEIRIEU, P. A pedagogia entre o dizer e o fazer: a coragem de recomeçar. Porto Alegre: Artmed, 2002
MINAYO, M. C. S. O desafio do conhecimento. 4 ed. São Paulo: Hucitec, 1996.
MITJÁNS e MARTINEZ A Educação Inclusiva:Desafios Para A Escola. In. Anais Do VIII EPECO , Cuiabá, 2006
MOLON, S I. Subjetividade e constituição do sujeito em Vygotsky. Petrópolis-RJ: Vozes, 2010.
OLIVEIRA A.D. e MORI, N. N. R. Desenvolvimento, aprendizagem e deficiência mental:o pensar dos educadores.In:MORI ,N. N. R. et al /Educação especial :olhares praticas. Londrina UEL ,2000    
OLIVEIRA, M, K. Vygotsky: Aprendizado e Desenvolvimento – Um processo sócio-histórico. São Paulo: Scipione, 2000 
OMOTE, S. Deficiência: da diferença ao desvio. IN MANZINI, Eduardo e BRANCATTI, Paulo R. In: Educação Especial e Estigma. Marília/SP, UNESP, 1999.p. 3 - 22.
OEA. Convenção interamericana para a eliminação de todas as formas de discriminação contra as pessoas portadoras de deficiência. 1999. Disponível em http://www.cedipod.org.br/con-oea.htm. Acesso em 12/12/2010.
ONU. Programa de Ação Mundial para as Pessoas com Deficiência. 1982. p. 06-12. Disponível em http://www.cedipod.org.br/w6pam.htm. Acesso em 12/12/2010.
______. Declaração Universal dos Direitos Humanos. Brasília, 1998. Disponível em http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001394/139423por.pdf. Acesso em 12/12/2010.
______. Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. 2006. Disponível em http://www.bengalalegal.com/convencao.php. Acesso em 12/12/2010.
PERRENOUD, P. Novas competências para ensinar. Porto Alegre:Artmed, 2000.
PLETSCH, M. D. Repensando a inclusão escolar de pessoas com deficiência mental: diretrizes políticas, currículo e práticas pedagógicas /Márcia Denise Pletsch, 2009.Orientadora: Rosana Glat.Tese (Doutorado) – Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Faculdade de Educação.
PIMENTA. S. G. professor reflexivo: construindo uma crítica. In: PIMENTA, S. G.; GHEDIN, Evandro (Orgs). Professor Reflexivo no Brasil: gênese e crítica de um conceito. São Paulo: Cortez, 2002. p. 12-47.
ROSA, Edinete  Maria; Helerina Aparecida NOVO, Maria Elizabeth Barros de BARROS e Maria Inês Badaró MOREIRA, editado As ações de Saúde do Trabalhador como dispositivo de intervenção nas relações de trabalho. In:PSICOLOGIA E SAÚDE: DESAFIOS ASPOLITICA PÚBLICAS NO BRASIL Desafios às políticas públicas de saúde  no Brasil Espírito Santo/Vitória: 2007. pp 75-90 e disponível em <www.slab.uff.br/textos/texto77.pdf >.Acesso em 10 de maio de 2011
RODRIGUES , D (ORG)INCLUSÃO E DUCAÇÃO;DOZE OLHARES SOBREA EDUCAÇÃO INCLUSIVA.. SÃO PAULO, SUMMUS,2006
SACRISTÁN, J. G. Currículo e Diversidade Cultural. In: SILVA, Tomaz T. S.; MOREIRA. A. F. (orgs). Territórios Contestados: o currículo e os novos mapas políticos e culturais. Petrópolis: Vozes, 2001.
SARAMAGO J. Todos os nomes. São Paulo: Editorial Caminho,1997.Disponível em <http://www.pt.scribd.com/doc/19236990/livro-br-jos-saramago-todos-os-nomes>
SASSAKI, R. K. Declaração Internacional de Montreal sobre Inclusão. 2001. http://www.centroruibianchi.sp.gov.br/sis/documentacao_cartas. php. Acesso em 12/12/2010.
SCHWARTZ, Y.; DURRIVE, L. Trabalho e Ergologia: Conversa sobre a atividade humana. (Trad. ATHAYDE, Milton; et al). Niterói, RJ: Eduff, 2007.
 STAINBACK, S. ; STAINBACK, W. Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre: ARTMED, 1999. 
TARDIF, Maurice; LESSARD, Claude. O Trabalho Docente: Elementos para uma Teoria da Docência como Profissão de Interações Humanas. Petrópolis, RJ: Vozes, 2005.
TARDIF, M. Saberes Docentes e a Formação Profissional. 2ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.
TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. 9ª Ed. Petrópolis, RJ : Vozes, 2007.
THERRIEM J. Da epistemologia da prática à gestão dos saberes do trabalho docente. In  Convergências e tensões na formação e do trabalho docente/ Anais do XV ENDIPE Org. Angela Imaculada Loureiro de Freitas Dalben [et al] Autêntica:   Belo horizonte,2010. Disponível em